17 março 2011

Carnaval

Nunca gostei de Carnaval.
Desconfio até que sou carioca por ironia dos deuses, já que sempre detestei praia, cerveja e pagode. Contrariando as expectativas, esse ano me joguei nos braços de Momo, e em alguns outros braços também.

Tomei muita cerveja, sambei, peguei sol, embora na cachoeira... E tive a oportunidade de (re)ver pessoas maravilhosas. Seja no Bola Preta, nas ruas da Lapa ou em algum bloco dos cantinhos da Zona Sul, fui uma foliã quase autêntica, aproveitando bem a companhia dos amigos e do álcool. Para quem acha que fui só um delírio de Carnaval, dada a exuberância dos meus largos modos, confesso que não fui eu, foi meu eu-etílico...

Agora, passada a euforia inicial, o ano começa finalmente. Com ele, a realidade vem chutando a porta, sem pedir licença. As obrigações, responsabilidades e tarefas insistem em gritar pedindo atenção. Depois da quarta de cinzas, a semana continua nublada. Ainda bem que guardei minhas gotas de arco-íris...

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