Tudo passa. As relações efêmeras são resultado da pós-modernidade, traduzidas em casos, namoros-relâmpago e casamentos desfeitos. A busca por liberdade, em meio às tensões do dia a dia, é constante. Se somos presos por convenções todo o tempo, seja no trabalho, em casa, na escola/faculdade, é no âmbito dos relacionamentos amorosos que buscamos a nossa libertação.
Na ânsia de aproveitar o tudo-ao-mesmo-tempo-agora, passamos como tratores em cima de sentimentos, pessoas, reações, e até de nós mesmos, para provar que a liberdade é maior das dádivas.
Para fugir das tradições, das regras que comandam a vida, vamos nos tornando cada vez mais presos nas cordas da liberdade. A liberdade fere. Traz um desespero de não sabermos o que fazer com tanta falta de obrigação. O medo de deixar de ser livre norteia as ações.
Qual o sentido de tanto medo, de tanto planejamento, de tantas classificações? O medo de ficar enjaulado, de perder algo que nem sabemos ser real. Para que rotular o que não pode ser nomeado? Vamos viver o agora, aproveitar todas as chances que os deuses nos oferecem. É só por isso que funciona, porque fazemos nossas próprias não-regras. Love's a game. Mas não é mentira...Que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto dure.
Nunca tive medo de me prender. Nunca tive medo de ser fiel. Porque só sou fiel e me prendo aos meus princípios e aos meus sentimentos.
Sempre.
Vamos viver cada instante como se fosse o último, como se fosse pra sempre.
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